Casa do Sol
Minha casa é um refúgio,
Muito bom de se ficar.
Se passar aqui por perto,
Não hesite pode entrar.
Minha casa é colorida,
Com nuances bem alegres,
Roxos, laranjas e verdes,
Misturam- se nas paredes.
Um jarro de água fresca,
Com raminhos de alecrim.
Vasos repletos de flores,
Antúrios, rosas, jasmins.
Um aquário e muitos peixes.
Dois gatos bons de abraçar.
Sacada na sala para o verde,
Aonde os pássaros vêm cantar.
Nas paredes alguns quadros,
Uns pratinhos de viagens,
Umas máscaras de Veneza,
Garimpadas nas andanças.
Se gostar de ouvir música,
Tem CDs de muitos gêneros.
Dos clássicos aos populares.
Orquestrados e sertanejos.
Na cozinha o café fresco,
Geléia de pêssego e uva.
Quitutes feitos em casa,
Biscoitos, bolinhos de chuva.
Quem nesta casa chegar,
Tem o seu lugar na mesa.
Comida sempre fresquinha,
Pãezinhos, café, sobremesa.
Após o almoço ou jantar
Para dormir ou fazer sesta,
Tem uns sofás bem macios,
Gostosos de se esparramar.
Neste lugar que é meu lar.
Quem chegar pode entrar.
A porta está sempre aberta.
Pois viver é compartilhar.
Porém o tem de melhor,
Nesta casa abençoada,
É a família e a amizade,
O amor e hospitalidade.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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