Folhas Mortas
Alma despedaçada cravejada de espinhos
Solitária percorres os íngremes caminhos
Insanos desejos de a primavera encontrar
Quando as flores se recusam desabrochar
Ecoam teus gritos nas tristes madrugadas
Banhados no sal do pranto, da paz isolada
Ouves apenas os ruídos das folhas mortas
Sentes o gélido vento atravessar as portas
Sorves estagnada a enxurrada da desilusão
Cercada pelo gradil dilacerante da solidão
Mergulhas na areia movediça frágil coração
Sentes- te sufocada pelas lembranças fúteis
Sobrevives teimosa aos árduos desajustes
Entre os vultos tatuados do passado inútil.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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