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Introspezione 20 marzo 2013 · lettura 2 min · 1709 letture

Travessia

A
Ana Stoppa 528 poesie pubblicate
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Varais vestidos de sonhos Nas cores que o Sol arrebata Roupas estiradas no arame Como este viver infame Que arrasta para a estrada Trajes de muitas almas À espera do amanhã Noites que nascem cansadas Sem pressa de ir embora Sob o ar estagnado Que sufoca nos varais Projetos inacabados Estendidos os desejos Felicidade lampejo Lambe a noite a lua fria Que indiferente a tudo Revela toda a magia Na prata que enfeita o céu Carrossel de fantasias Parque das estrelas cadentes Do existir deprimente Onde se faz urgente Suprir a sede de afeto Encontrar caminhos retos Um mundo menos concreto Aranhas tecem as teias Arranham a renda prata Ateiam as armadilhas Insanos desejos nascem Colmeia de mil rainhas Pouco mel pra tanto potes De barro frágil moldados Expostos nas prateleiras De longe se vê os varais O balanço dos lençóis A seda que o vento leva Como carrega dos sonhos Estendidos na calçada Vestidos em tom carmim Em busca do amor sem fim Fim de tudo filtra a noite Entre as teias mal tecidas Arranhadas por aranhas Que sem pena ou piedade Envenenam as entranhas Estranha predileção Abandonados desejos Escolha da solidão.
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L'autore
Ana Stoppa

Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On

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