Cortejo

Oculta sob a brancura do véu rendado
Fina tez esmaecida de toque aveludado
Lábios semiabertos esboçam um sorriso
Nítida felicidade a conquista do paraíso
Nas mãos o único bem em vida herdado
O antigo rosário de pérolas desbotado
Adornas indiferentes mãos entrelaçadas
Ocultas sob brancas luvas acetinadas
Os sinos da capela repicam tristonhos
Cerram o esquife e com ele os sonhos
Pétalas amareladas salpicam o epílogo
Ouve- se o barulho das pesadas cordas
Que sem dó descem a urna envernizada
Sob os aplausos das faces mascaradas.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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