Eternidade
Acolha- me amado na tumba fria onde habitas
Desnude a face desfigurada entre pálidos véus
Deixa- me ficar abraçada ao teu inerte corpo
Liberte- me de vez deste infernal mundo louco
Preciso- te hoje percebo na minha alma perdida
Desfalecida na essência desde a trágica despedida
Amargas lembranças de vidas em desencontros
Perdidas nas expressas vias destoadas de pontos
Misturo- me às trevas testemunhas do momento
Impotente sinto- me diante da fome dos vermes
Destruidores implacáveis a cobrir tua alva derme
Arrebata- me de vez para o cinza de teu sepulcro
Buscarei na dor do umbral acender a tardia chama
Luz nas contas do rosário, lágrimas de quem ama.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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