Súplica pela paz

Povos de todas as terras
Pacificadas ou em guerra
Uni- vos em nome do amor
Para que a paz soberana
Torne- se a meta mundial
Neste universo desigual
Povos de todas as terras
Protejam a frágil infância
Precocemente ultrajada
Pela imposição do trabalho
Tenras vidas arrebatadas
Pela ganância deslavada
Povos de todas as terras
Saibam dedicar o respeito
Ao semelhante arquejado
Cansado das agruras da lida
Carente de paz e sossego
Para trilhar a efêmera vida
Povos de todas as terras
Repudiem o trabalho escravo
A exploração do ser humano
Arrebatados de seus lares
Na ilusão do labor digno
Por desumanos capatazes
Povos de todas as terras
Lutem pela saúde e o abrigo
Pela paz quando em perigo
Para banir da terra a fome
Para que a santa liberdade
Não seja apenas um nome
Povos de todas as terras
Ajam de modo consciente
Protejam o meio ambiente
A terra, as águas e as matas
A fauna, a flora e as cascatas
A mãe natureza equilibrada
Povos de todas as terras
Escrevam nas telas do amor
Da fraternidade e da justiça
Versos plenos de sintonia
Entoem cânticos de alegria
De Paz, Perdão e Harmonia!
©
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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