Alma de Poeta

Pobre alma distraída esqueceu a porta aberta
Emoções inesperadas invadiram- lhe as frestas
Sentiu a vida pulsar de uma forma indescritível
Experimentou sensações, voou como colibris.
Despertou da letargia, experimentou a alegria
Sorriu feliz para a lua, cirandou com as estrelas
Coloriu a tal saudade com os tons da amizade
Deu vida aos desejos, pulou as ondas do mar
Aprendeu a conjugar os tempos do verbo amar
Dançou a valsa de Strauss esqueceu- se da tristeza
Descobriu a vida bela e em versos a quis mostrar
Rabiscou as emoções, teceu histórias e poemas.
Hoje passeia feliz, mãos entrelaçadas com a paz
Ainda que surja a dor, ainda que o pranto role
Quando vem a inspiração entrega- se por inteiro
Prova em cada verso o sabor do amor primeiro.
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L'autore
Ana Stoppa
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale On
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