Folhas de Outono
Não me pergunte como morrem os sonhos Ou a razão da morte das folhas no outono Não me pergunte sobr…
Ana Maria Stoppa, nata a Santo André-SP, si scrive come Ana Stoppa, ítalo- brasiliana, Cittadina Onoraria del Municipio di Mauá-SP, nata a Mauá-SP, Direttrice dell’”Ação Social” 2016- 2918, Ordine degli Avvocati del Brasile, Santo André/SP,   Presidente Onorario – Brasile- Italia dalla Associazione Culturale Onlus Poiesis Taranto, occupa la “sedia” n. 13 all’Accademia "ALPAS21",   Accademia di Lettere “Grande São Paulo- ALGRASP” - Brasile.   Opere pubblicate: “Diagnóstico”  “O Silêncio dos Porta- Retratos” “Lelé, o Navegador dos Sonhos”  ”Mosaici di Sapienza” “Il Silenzio Dei Portaritratti” “Rafael o Ursinho Guloso”  “Oração dos Bichos” “Estela a Pata Bela”  “Fada Verbena a  Protetora da Natureza” “Cristal A Corujinha Cantora”   “Cacau O Cachorrinho Legal” “O Ronrom do Bombom” “A Fada Soraia e Todas As Cores da Natureza” “Lelè, il Navigatore dei Sogni”  ”Raffaele l’Orsetto Goloso” “Preghiera degli Animali” “Stella L’Anatra Bella” “Verbena La Fata Protettrice della Natura” “La Fata Mirabella e Il Rospo Guaraci” “Acquarello  Incompiuto”   Premi   1º. Posto S, l’opera "Lelé, O Navegador dos Sonhos"/ Lelè, il Navigatore dei Sogni.    3º. Posto Concorso  di  poesia e prosa San Valentino in versi   San  Vito  dei  Normanni,   2015.  1º.Posto XVI  Edizione del Premio Internazionale di Poesia edita e Inedita “Tra le parole e l’infinito”.    3º. Posto XVI  Edizione  Del  Premio Internazionale di Poesia edita e Inedita “Tra le parole e l’infinito”. 2017   3º Posto, Concorso Art Emozioni, Martina Franca.   1º Posto al Concorso II Edizione Gocce di Memoria Associazione Culturale Onlus Poiesis. Categoria:   Immagini.   4º. Posto XVII Edizione  Del  Premio Internazionale di Poesia edita e Inedita “Tra le parole e l’infinito”. 1º Posto Premio Scrivere di Poesia, Roma, setembre/2017.
Não me pergunte como morrem os sonhos Ou a razão da morte das folhas no outono Não me pergunte sobr…
Fili delicati di pazienza tenacemente lavorati al telaio della comprensione danno vita al saldo tessuto della saggezza t…
Silenzio della notte, flagello delle fredde mattine, Corpi nudi a popolare lenzuola spinose, Vite aggrovigliate in spira…
Silenzio della notte, flagello delle fredde mattine, Corpi nudi a popolare lenzuola spinose, Vite aggrovigliate in spira…
Se um dia te indagarem de onde vens Diga confiante sou um filho do coração Diga que és amado desmed…
Uma flor brotou do pântano, Não era “vitória- régia”, Não era catalogada; Uma flor
Não quero amor perto estar da rasa cova Aberta sob aguaceiro da torrente chuva Rios tom carmim expelidos pela fri…
Fantasia a alma ser feliz como nunca Fantasia o carinho, o amor que lhe falta Sonhadora se entrega ao
Ficou em mim a tua essência Que faz angustiante os dias Atracados no cais da saudade Tortura do que foi
Entre mil folhas amareladas da saudade Brota cortante solidão que invade o peito Angústia enraizada nos so…
Ensandecida esta fome voraz de afeto Revelada entre as paredes de concreto Nas estáticas madrugadas silenciosas C…
Sob o céu de luz bordado Entregaste- me uma estrela Junto dela um pergaminho Escrito pra ti com carinho! Naquele …
Use a máscara colorida Aproveite a fantasia São três dias de folia Vivencie esta alegria Ganhe a lon…
Ser feliz é algo simples Não carece de vontade Basta ter no coração O amor, a paz e a bondad…
Transita a alma cansada em negras alamedas Pisa folhas amorfas, sentimentos dilacerados Perde- se nas lembranças …
Quero o abraço amigo Para dividir os medos Alguém que saiba ouvir Sem a pressa de partir Quero o sorriso f…
Perdida na multidão esquecida pelo povo Caminha serenamente em busca de algo novo As pessoas apressadas passam de…
Alma despedaçada cravejada de espinhos Solitária percorres os íngremes caminhos Insanos desejos de …
Silêncio da noite, açoite das frias madrugadas Corpos desnudos a povoar espinhosos lençóis Vi…
Flutua a alma por entre as nuvens de algodão Prova suave sonhos cadenciados na emoção Dourados quer…
O Fingir da Alegria Inútil tentativa amor banal. Ah... as dores do fingimento, Deixaram- me ao desalento, Amarga …
Felicidade é o momento De terno embevecimento, Quando surge a esperança, Num sorriso de criança... …
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